quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O preço das coisas

Por muito que me esforce, não encontro justificação para o que se passa com o preço dos combustíveis: apesar de o preço do barril do petróleo estar em baixa, o preço dos combustíveis continua em alta. Segundo parece, ao preço a que está a ser transacionado o barril do petróleo, por exemplo o preço do gasóleo deveria estar abaixo de 90 cêntimos; está quase a 1,10 Euros. Mesmo dando de barato que existem na produção custos fixos que são independentes da variação do preço do barril do petróleo (que todavia também deveriam "amortecer" a subida...), ao ritmo a que se tem verificado a baixa já deveria ter correspondido maior descida no preço dos combustíveis no consumidor. Mas não. O que é chato...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Ancora il Vivacci

Uma das grandes vantagens que vejo nos Centros Comerciais é a comodidade que proporcionam a quem tem filhos pequenos. Além de as caminhadas serem facilitadas, a proximidade de lojas de diversos tipos, ausência de trânsito e infra-estruturas de apoio facilitam-nos muitas vezes a vida.
Já fico um bocado chateado quando só existem daquelas caminhas para mudar fraldas nas casas de banho de senhoras. Caramba! Os Homens também têm filhos!
É o caso do Vivacci Guarda: não há muda-fraldas na casa de banho de Homens nem na de crianças. Como é que faço? Mais, pelo menos na casa de banho de crianças, não há sequer um balde onde possa deixar uma fralda. Confesso que não sei se na de Senhoras existe ou não, mas vou saber. E se fôr esse o caso, vou ficar ainda mais chateado!!!

sábado, 29 de novembro de 2008

Batem leve, levemente...

Hoje amanheceu com neve! E que belo amanhecer... Sabe bem, abrir as janelas e entrar-nos tanta luz para casa, apesar do céu sombrio.
Saí à rua, já no final da manhã: apesar do frio que se fazia sentir, cruzei-me na rua com alguns conhecidos, não muito.. Cruzei-me também com alguns turistas deleitados com o magnífico espectáculo com que a natureza hoje nos resolveu brindar. Um pouco por todo o lado, nos quintais, nos jardins, bonecos de neve indiciam alguns momentos de brincadeira. Soube-me bem passear um pouco a pé, na cidade re-decorada!
Mas a imagem que me ficou desta manhã foi a de 2 empregadas de um restaurante, saindo para despejar o lixo, dançando e pulando pela neve. Que falta nos fazia um nevão para alegrar o fim-de-semana!!!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Promoção

Fui promovido! Após um longo exame de quase 4 horas, fui promovido a Senior Flight Captain da IVAO.
Como dizia o Inspector Caroço (lembram-se do Claxon?), "São muitas horas desta merda no pêlo!!!".

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Guarda - Rádio Memória

No Domingo passado assisti no TMG ao Guarda - Rádio Memória. Como no final não dei o tempo por mal empregue, deixo alguns comentários. Não pretendo assumir-me como crítico, como grande conhecedor; é uma apreciação individual, sem qualquer outro objectivo que não seja daqui por alguns anos poder eu próprio reler aquilo que me occoreu dizer sobre o assunto - como aliás a maioria das coisas que por aqui vou deixando... Todavia, se algum incauto leitor quiser completar, está à vontade.
Começo pelo que era prometido, que isto da gestão de expectativas dita muitas vezes o veredicto final: um grande espectáculo, com muita gente, muitas colectividades envolvidas, uma visita aos momentos e personagens mais marcantes da história da cidade. Neste particular penso que ninguém deve ter ficado indiferente à quantidade de gente envolvida, tendo-se cumprido as minhas expectativas. Imagino o trabalho que deve ter estado por trás da coordenação de tanta gente!
Relativamente ao espectáculo em si, gostei do palco, dos adereços, do estúdio. Devo dizer que aquele estúdio numas "águas furtadas" me fez lembrar, de outros tempos, a Rádio Cidade Oppidana... O "quadro" dos romanos resultou muito bem, pelas sequências em vídeo que foram sendo projectadas; a mensagem está lá, mas foi sendo passada de forma descontraída e bem-disposta. Gostei! O Teatro radiofónico, teve um início que me "prendeu" mas foi perdendo força ao longo do desenrolar; a partir do meio o texto ficou mesmo um pouco confuso; ou fui eu que me perdi...
Num dos momentos que se seguiu, confesso que me remexi na cadeira: foi quando entrou o rancho folclórico. Aqui, reconheço que o problema é meu: embirro com ranchos folclóricos. Não gosto. Irritam-me. Percebo que fazem parte das nossas tradições, acho muito bem que seja mantido (no que o Centro Cultural tem feito um bom trabalho), mas para eu ver, dispenso. Mas estava eu já a desanimar, quando acontece a fusão entre os sons típicos do folclore com Hip-Hop, o que resultou inesperado, por isso compensador. Para mim foi um dos grandes momentos de composição musical do espectáculo. No quadro de Alberto Dinis da Fonseca e D. Quixote, diálogos muito actuais, muito ao estilo "auto-estima-te". E o que eu dava para poder gritar publicamente a plenos pulmões, a alguns que mais não fazem que lamuriar-se sobre o que a Guarda não tem, o mesmo que Dinis da Fonseca gritou ao Quixote à laia de despedida... No final, a Guarda Maria/Guarda Mania foi apresentada de uma forma electrizante, envolvendo muito bem todo o público. Destaco a orquestra, fantástica, com uma secção de metais possante, uma percussão vibrante, que enchiam o teatro de uma forma que nenhuma gravação conseguiria encher! Os diversos intérpretes musicais que foram pontuando o espectáculo também foram muito bem conseguidos, recordando de músicas que estiveram presentes nas nossas vidas ao longo dos últimos anos. Menos bem conseguidos, na minha opinião, foram a alusão ao Pastor da Quinta da Taberna, que pertencendo ao universo local dos produtores de arte, durou demasiado tempo e quebrou muito o ritmo que vinha de trás, e a máquina Humana que, invocando o "Tempos Modernos" e associado ao grande marco de industrialização de Guarda, foi algo insípido. Embora estes comentários não abarquem exaustivamente todos os aspectos do espectáculo, aborda os que me marcaram mais. A título de conclusão, que fique claro que foram quase 2 horas e meia muitíssimo bem passadas e que recomendaria a qualquer pessoa que fosse assistir, não fora o facto de apenas poder ter assistido à última sessão.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

XXXII Grande Prémio de Atletismo

Começaram na passada sexta-feira as comemorações do 809º Aniversário do Foral da Guarda. O ponto de partida foi o espectáculo "Guarda - Rádio Memória" - uma produção fantástica - seguindo-se durante a tarde de sábado um Grande Prémio de Atletismo. Neste, que na minha opinião tem todas as condições para ser um evento desportivo que envolva muita gente na cidade, acabou por se aroveitar muito pouco do potencial que encerra. E por ter havido amadorismo onde se esperaria profissionalismo, e demasiado profissionalismo onde o amadorismo teria sido bem-vindo. Contraditório? Eu explico: é "chato" haver um programa indicando que a primeira prova tem início às 14.00H e, a essa mesma hora, começarem a chegar ao local da prova os organizadores, para "montar a tenda", distribuir dorsais, erguer o insuflável da meta, etc. Aquilo que previsivelmente começaria no máximo às 14.10H ou 14.15H, acabou por começar às 14.45H...
Por outro lado, mesmo sendo importante a Guarda ter competições disputadas que atraiam atletas de todo o País, estas são um bom pretexto para se envolverem cada vez mais amadores, numa tentativa de levar a prática desportiva a cada vez mais gente. Assim, em conjunto com a última prova (absolutos), poderia ter existido algo parecido com um passeio pela cidade, uma coisa tipo "passeio pais e filhos", ou "avós e netos", ou o que quer que lhe quisessem chamar. A ideia seria a promoção de estilos de vida saudáveis. Poder-se-ia trazer os grupos que tantas vezes vemos caminhar pela periferia da cidade para encher as ruas de "passeantes". Assim, a comemoração de aniversário do foral seria extensiva a toda a comunidade da Guarda e não só a atletas!
Tive a oportunidade de participar, em Abril, na Mini-Maratona de Lisboa, e é um ambiente simplesmente fantástico correr, saltitar ou apenas caminhar no meio daquela massa humana, com toda a gente bem-disposta e a apreciar uma vista ímpar sobre a cidade de Lisboa, que só é possível a quem percorre a pé a Ponte 25 de Abril.
Aqui, salvas as devidas proporções, de participantes e meios logísticos que um evento destes sempre implica, poderia aproveitar-se o Grande Prémio de Atlestismo para fazer algo semelhante. A ideia ocorreu-me quando descia a Av. Alexandre Herculano (do liceu em direcção à Quinta do Alarcão), com a avenida praticamente deserta, e imaginei como seria "pulsante" aquela rua com grupos de gente aproveitando a vista daquelas belíssimas árvores "despidos" dos automóveis do costume...

sábado, 22 de novembro de 2008

Reencontros

Apesar de em determinada altura da minha vida me teres habituado à tua presença, foste ficando cada vez menos disponível até teres desaparecido inexplicavelmente. Senti a tua falta. Até cheguei a comentá-la com a Patrícia...
E eis que, de repente, quase vindo do nada, reapareceste! Passou a ser possível ver-te de novo nos lugares a que nos tinhas acostumado contar com a tua presença. E acredita que foi reconfortante. Como se mais uma peça do puzzle tivesse aparecido para compor a grande imagem. Como se finalmente a ordem natural tivesse sido restablecida.
Bem-vindo de volta à minha vida, Sucol de Pêssego!!!